O livro parece (e é) um momento de reflexão. Uma pausa na gestão de uma grande obra, inacabada por certo, de um dos grandes fotógrafos brasileiros cujo percurso sempre amarrou a observação arguta à reflexão sobre o próprio fazer fotográfico. Carlos Moreira, simples título do exercício, também remete ao primeiro Carlos A. Moreira (Gráficos Brunner, 1977) hoje parte da antologia fundamental.